A Biogeoenergy levou dois ventiladores pulmonares da linha Respira Brasil para demonstração de funcionamento no Hospital Militar de Área de Brasília, sob o comando do Exército Brasileiro.
O aparelho está em fase final de homologação pela ANVISA começará em breve a ser produzido em larga escala. Ele atende todas as recomendações dos órgãos de Saúde do Brasil principalmente aqueles referentes aos cuidados e capacidades para tratar de pacientes com a Covid-19. A previsão é produzir mais de 4.000 unidades no mês de junho.

Estiveram presentes na atividade o secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Paulo César de Carvalho Alvim, o general Duizit Brito, do Ministério da Defesa, o general Aires e a coronel Carla, do Exército Brasileiro.
O CEO da Biogeoenergy, Paulo de Tarso e o general Ridauto, do Instituto Sagres, que apoia o projeto, também participaram da apresentação.
O modelo BR 3, é uma solução tecnológica de baixo custo, mas de alta performance, atendendo a todas as especificações técnicas exigidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Será produzido em duas unidades fabris, em Araraquara, no interior de São Paulo e Camaçari, na região metropolitana de Salvador, na Bahia.
O equipamento é considerado revolucionário por usar em sua grande maioria tecnologia nacional. O preço é outro diferencial já que será comercializado com valores entre R$ 75 mil e R$ 100 mil. No primeiro caso o cliente recebe garantia de um ano e no segundo terá suporte por 3 anos, inclusive com a garantia de reposição de peças.
Mais de mil técnicos serão capacitados nas próximas semanas vindos de todas as partes do país. A ideia é ter um corpo de profissionais capacitados para dar suporte a todos os compradores Brasil a fora. “Teremos um técnico capacitado a cada 50 cidades. Um projeto dessa magnitude não poderia deixar governos e prefeituras nas mãos então nunca mais vai acontecer o que acontece hoje, dezenas de aparelhos quebrados por aí porque ninguém sabe consertar”, afirma Paulo de Tarso.